O tipo de coisa que faz a sua mãe ficar gostosa.

Aqui é Santo Antonium

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Sobre camarões brancos

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 by Santo

Camarão costuma não me fazer bem. Sonhar com camarões já é outra história. As coisas mudam totalmente de figura quando você se pergunta o que fazer quando seu filho acha que o mundo vai acabar antes do próximo aniversário dele. O meu filho tem medo de que eu morra e deixe ele sozinho no mundo acabado, mas eu insisto em dizer que isso não vai acontecer logo. Ele gosta de camarão, aliás.

Eu tenho medo de edema de glote, por mais que isso me soe bem. É tão gostoso, “edema de glote”. Mas mais gostoso é quando eu tô numa outra dimensão e o camarão branco é o que me faz chegar lá. Eu poderia pedir pra você pensar num clitóris anal em forma de camarão branco. Pense em masturbar o camarão. Não é que eu queira ficar me repetindo, até porque eu odeio isso, mas esse camarão é tão fucking poderoso e hipersensível que se você o tocar, o negócio vem todo. Limpa tudo e suja tudo.

Obsessão punk

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 by Santo

Que é só um dedo meio decepado.

Eu sempre quis começar um raciocínio assim, desde que Gilce’s Milk S.A. propagou que era coisa de gente retardada. Mas eu não quero entrar nisso, porque não faz nem dois meses que eu reencontrei toda a horda de lesbian vampire killers que tomava conta de mim até eu começar a cheirar e injetar. Brincadeira. Elas não eram lésbicas.

Acho que tô naqueles dias de achar o zeitgeistismo todo muito bonitinho e ver gente de todas as cores e sabores gozando purpurina. Fico adorando gerundismo, aliás. Isso só acontece quando eu tô bem o suficiente pra lavar louça e fazer faxina, o que é muito raro. O motivo é óbvio: gangrena. Como um hottie como eu não pode ficar feliz com essa pré-disposição cadavérica pro amor? É, eu disse “amor”. É praticamente o elixir da sensualidade eterna. Foi assim que Margarida conseguiu ser tão brilhante, uma autêntica vaca do século XXI. Henrique foi só um tapado zeitgeistista (a-há!) que totalmente representa o que você quer ser quando crescer. Porque disco sucks, punk is dead. E o rock é tão motivo digno de viver quanto uma trégua pra ajuda humanitária. Eu sei que é difícil.

É com essa coisa fantástica de ser normal que eu vou amar alguém e deixar de cagar tanto pelo cool alheio. É um bom sonho, pelo menos.